sábado, 22 de outubro de 2011

Tudo começa a fazer sentido...

Que semana! … Muito trabalho, muita pressão, mas também muita produção…
Um dos grandes desafios de que quem utiliza o Twitter ou outra rede social é quantificar e analisar em que medida o seu perfil e participação na rede é aceite pelos restantes parceiros virtuais. A quantificação de determinados efeitos permite a justificação de determinadas ações e o investimento noutro tipo de iniciativas.

O Klout utiliza a análise semântica para avaliar e quantificar a influência que determinado perfil tem sobre os perfis que lhe são associados, e a capacidade que determinada pessoa tem para gerar discussão e troca de informações em torno de um tema de interesse comum ou de interesse geral. Esta semana descobrimos esta ferramenta e explorámo-la…
Mais descobertas se avizinhavam… O LinkedIn

O LinkedIn permite que usuários registados no site possam manter uma lista de contactos, chamadas conexões, que possibilitem o conhecimento de profissionais, empresas ou simplesmente de pessoas com interesses comuns. Este facto abre as portas a inúmeras possibilidades de contactos: pessoais, profissionais e outros.  Interessante a possibilidade oferecida de interligar o LinkedIn com o Twitter e de cruzar as informações…
E na sexta feira… a conferência MyMpel 2011 e a possibilidade de empregar todo este pacote de informação fornecida ao longo da unidade curricular de Ambientes Virtuais de Aprendizagem. Tweetar foi a palavra de ordem… foi um dia de grandes encontros e reencontros.


E foi um dia de muita aprendizagem em que se percepcionou a aplicação de muitos dos conteúdos de AVA em contexto real. O porquê da insistência da utilização do Twitter, o porquê da utilização do LinkedIn e a importância que manifesta no contexto do mercado de trabalho. Tudo começa a fazer sentido… O excesso de informação a que temos estado sujeitos nas últimas três semanas começa a dar os seus frutos.

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

Reflexão sumária sobre Pedagogia do ELearning

Segundo Humbert Pinto, a pedagogia, enquanto teoria da educação, tem uma importância incontestável na orientação da prática educativa. Podemos identificar a pedagogia como o campo de conhecimento que se debruça sobre e na educação. Podemos considerá-la campo de conhecimento porque a sua esfera de atuação não se prende apenas com teorias científicas mas envolve outras formas e tipos de saberes. Porquê sobre a educação? Porque teoriza e sistematiza as práticas educativas que se vão registando ao longo dos tempos e articula-as com saberes que vão sendo produzidos. Porquê na educação? Porque se materializa nas práticas educativas que constituem os pilares da atuação dos educadores e formadores, no exercício da sua prática docente.
Segundo Azevedo, quando nos referimos a pedagogia do elearning, estamos a focar um campo específico da pedagogia que estuda o processo de ensino/aprendizagem em ambientes online. Quando falamos em processo ensino/aprendizagem, colocamos o enfoque num processo de construção do conhecimento que se deseja coletivo e que surge em todos os ângulos que o perspetivam; não aprende apenas o educando, mas também o educador. A aprendizagem é um fenómeno complexo, baseado em múltiplas interações e que deve ser objeto de preocupação do docente, em particular do docente online. A especificidade da pedagogia do elearning tem a ver com o facto de neste tipo de ensino se utilizarem tecnologias que permitem novas formas de interação com os conteúdos informativos e entre formandos e formadores.
A partir do momento em que nos embrenhamos em ambientes online, percebemos que, para além da informação que é disponibilizada, é muito importante a utilização de recursos de comunicação interpessoal que as novas tecnologias possibilitam, que nos permitam a troca de ideias e o contacto com outras fontes de saber, com novas perspetivas, que nos enriqueçam a vários níveis.
Subjacente ao conceito de pedagogia, encontramos o conceito de modelo pedagógico, sendo este um dos conceitos mais importantes dado que permite comparar, simular e compreender fenómenos a partir da construção desse modelo; evidencia-se, assim, como uma representação mental compartilhada de um conjunto de relações que definem um fenómeno e que o interpretam à luz de determinado construto teórico. Embora um modelo pedagógico possa ser inspirado numa ou em mais teorias de aprendizagem, normalmente reflete um paradigma vigente sustentado por um suporte teórico.
Podemos questionar, neste momento da reflexão, qual o modelo que melhor serve os interesses do ensino a distância e qual a pedagogia mais eficiente a aplicar nas práticas docentes deste tipo de ensino.
Com o objetivo de chegar a uma conclusão plausível, analisemos as três pedagogias que Anderson propõe no seu artigo Three generations of distance education pedagogy, embora Conole no seu trabalho Review of Pedagogical Models And Their Use In Elearning as perspective de uma forma mais abrangente: a pedagogia cognitivista e behaviorista, a pedagogia socioconstrutivista e, finalmente a pedagogia conectivista.

A pedagogia cognitivobehaviorista, apoiada nos estudos de Watson, Thordike e Skinner, defende o livre acesso à educação por todos, fornecendo uma formação low cost. No entanto, o processo excessivamente estruturado da formação reduz significativamente a presença social e a presença de ensino, enfatizando-se excessivamente a cognição como motor da aprendizagem.

A pedagogia socioconstrutivista sustenta que a construção do conhecimento é individual e responsabilidade do sujeito aprendente. Com raízes no pensamento de Vygotsky e Dewey, defensores da construção de conhecimento por scaffolding, a pedagogia socioconstrutivista apoia-se na tecnologia para criar oportunidades para a comunicação síncrona e assíncrona que facilitem a comunicação entre educandos e entre educandos e educadores. O educador é encarado como um mediador da aprendizagem, um facilitador de recursos, tendo o aprendente o principal papel na construção do seu saber através das interações que estabelece com os conteúdos e com os outros aprendentes e mesmo com o seu tutor. No entanto, esta perspetiva é onerosa, depende em excesso da tecnologia e utiliza meios que constituem uma sobrecarga para a instituição que a suporta.

A pedagogia conectivista, sustentada nos princípios defendidos por Siemens ou Downes, advoga que a aprendizagem é um processo desenvolvido e potenciado através da utilização das redes de informação, contactos e recursos que nos permitam responder com eficácia aos problemas com que nos deparamos diariamente. Não se trata de exercitar a memória, mas de desenvolver competências para procurar e encontrar aplicações que permitam solucionar múltiplas questões. No entanto, nem todos os indivíduos têm a capacidade financeira ou estrutural para acederem à tecnologia necessária para a aquisição de conhecimento através de redes ligadas por interesses comuns. A dificuldade em aprender múltiplas tecnologias, a aprendizagem da navegação no ciberespaço, a falta de competência digital, a falta de cultura em geral, podem constituir entraves para a aprendizagem e podem ser fatores redutores da motivação.
Em suma, nenhum modelo pedagógico fornece todas as respostas para todas as questões… Cada um dos modelos, cada pedagogia apresentada, exibe pontos fortes e pontos fracos, pontos redutores e pontos potenciadores de uma aprendizagem consistente em ensino a distância. Qual o ponto de equilíbrio?
O mais sensato será aproveitar o que cada modelo apresenta como favorável e adaptá-lo a cada situação e às particularidades que cada momento de aprendizagem apresenta. O mais importante é não ser excludente em relação a cada proposta pedagógica mas aproveitar o que de melhor cada uma oferece para potenciar o desenvolvimento do estudante em cada passo da sua aprendizagem. A cognição deve ser considerada como um elemento importante na formação, mas não deve ser exacerbada… A interação com os outros como elemento potenciador das aprendizagens é importante mas não deve excluir os momentos de reflexão pessoal… A tecnologia proporciona vantagens em termos de comunicação e obtenção de conhecimento através das redes de informação, mas não é a única forma de aprender… Em educação tudo tem o seu peso…

Referências Bibliográficas

Anderson, Terry & Dron, Jon (2011). Three generations of distance education pedagogy. IRRODL.
http://www.irrodl.org/index.php/irrodl/article/view/890.


Azevedo, Wilson. Elearning como elemento de Integração no Processo Educacional.

Connole, Grainne (2011). Review of Pedagogical Models And Their Use In Elearning.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

O hábito faz o monge... Converti-me ao Twitter!


A minha conversão inicial ao Twitter manifestou-se difícil…
A experiência foi moldando a minha opinião e, o facto de me encontrar disponível para novas aprendizagens, permitiu que a curiosidade natural se evidenciasse e, eis que surge mais uma devota desta rede social.
Ao longo de duas semanas, tive de admitir que o Twitter entrou na família dos microblogues e está a revelar-se numa ferramenta de comunicação, informação e produtividade. Passámos do e-mail para o chat, o blogue, as redes sociais e, agora, o Twitter… Cada nova tecnologia apresenta potencialidades para o utilizador superiores às que eram oferecidas anteriormente.
Se, no início, a minha intuição me indicava que a escrita até 140 caracteres era redutora, agora encaro-a como uma possibilidade de maior gestão de informação, tornando mais rápida e eficiente a partilha do conhecimento.
É incrível como o hábito e a rotina modifica opiniões. Se, no começo das actividades realizadas no âmbito da unidade de Ambientes Virtuais de Aprendizagem, não entendia a utilidade do Twitter e achava a sua utilização um desgaste de energia e um consumo abusivo de tempo, agora consigo perceber a faceta de potenciador da aprendizagem em diferentes contextos e como é possível usá-lo como ferramenta de aprendizagem colaborativa ou individual.
Aproveitei esta segunda semana para a exploração de algumas das múltiplas potencialidades de Twitter. Para além de descobrir que, a partir do Hootsuite, consigo enviar documentos e imagens que enriquecem o contexto, fascinou-me a descoberta da possibilidade de adicionar um número de telemóvel à conta Twitter e receber notificações e enviar mensagens em mobilidade… Coisas de novata…
As tecnologias móveis permitem uma conexão anytime, anywhere, e configuram a relação do utilizador com a informação, ao permitir que esta seja acedida em movimento. Estou em crer que este aspeto marcará, no futuro, um novo paradigma educacional.
Ao longo desta etapa da aprendizagem, foi possível explorar a possibilidade que o Twitter apresenta de construção da nossa própria rede de aprendizagem; o facto de podermos organizar em listas a informação que desejamos obter a partir das contribuições de outros que estimulam a nossa própria contribuição, revela-se uma otimização de tempo e de interesses.
A próxima semana ditará o percurso a fazer…

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Eu e... o Twitter.

Quando me apercebi da criação de uma nova rede social, o Twitter, cedi à curiosidade natural e criei uma conta… Visitei o espaço, não gostei e esqueci…
Curiosamente, anos depois, vejo-me confrontada com a necessidade de explorar esta ferramenta e a primeira impressão foi francamente desagradável. Embora o conceito que serve como premissa à utilização deste serviço, seja muito simples - um grupo de pessoas conhecidas partilham o que estão a fazer a nível pessoal ou profissional - o primeiro contacto com o interface do sistema foi complicado; não se afigura intuitivo, esteticamente é pouco apelativo e, numa primeira abordagem, a limitação imposta de 140 caracteres por mensagem, não traz vantagens perceptíveis.
O que mais me impressionou foi a quantidade de informação e a rapidez com que esta passa por nós; o primeiro impacto foi assustador - como vou conseguir acompanhar todas as mensagens?.
Numa primeira análise, senti que tinha encontrado uma ferramenta que me absorvia todo o tempo a ler mensagens que, muitas vezes, não tinham qualquer conteúdo pertinente. O Hootsuite veio descomplexar a situação e a casa começou a ficar um pouco mais arrumada.
À medida que, discretamente, ia explorando o Twitter e com a ajuda dos tutoriais e do manual disponibilizado, fui adaptando o meu ritmo ao ritmo que me impunham e, o que inicialmente era complicado, passou a ser mais acessível - o susto tinha passado…
Ainda foram dois dias de pânico e de desorientação… Nada que respirar fundo e um pouco de exploração não resolvessem… Aos poucos foram sendo executadas as actividades propostas e, embora continue a privilegiar o trabalho desenvolvido noutras redes sociais, considero que o saber não ocupa lugar e temos de experienciar primeiro para poder julgar depois.

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Teoria da Carga Cognitiva

Trabalho realizado no âmbito da unidade curricular Comunicação Educacional, sob a orientação do Professor António Quintas-Mendes.

sábado, 18 de junho de 2011

Uma reflexão pessoal sobre a autenticidade e transparência na rede


Vivemos na era da globalização, marcada por muitos fenómenos até aqui desconhecidos e que vêm assumindo proporções com as quais, por vezes, se revela difícil de lidar emergindo, portanto, a urgência de parar para reflectir sobre o que nos rodeia e sobre o nosso papel em todas estas mudanças a que vimos assistindo e que se manifestam imparáveis.
Vivemos numa época marcada pela diversidade de culturas e ideologias, conectadas em rede através da internet, assumindo a mesma um papel determinante na organização da sociedade tal como a vislumbramos.
A Internet possibilita e potencia a criação de redes sociais que se afirmam como uma nova forma de interagir, uma nova forma do ser humano se organizar para debater diferentes pontos de vista, diferentes temas, quer sejam eles de carácter político, educacional, religioso, social, entre uma infinidade de outros.
Estamos diante uma sociedade que privilegia a informação; constantemente se introduzem na rede novas informações, que geram novos inputs, mais reflexão, que por sua vez gera mais produção de documentação, mais construção de conhecimento…
O conceito de sociedade em rede aplica-se à teia complexa onde proliferam informações, em constante e rápida mutação, que permitem interacções e relações de cariz muito amplo, gerando laços de interdependência entre os indivíduos a quem é permitido uma grande liberdade de expressão, uma enorme liberalização de ideias e de estados de espírito, bem como o acesso a todo o tipo de informação.
Mas, tomando como premissa a argumentação anterior, coloca-se a seguinte questão: quem somos nós nesta teia complexa que é a rede e que identidade transparecemos aos outros? Quem são os outros com os quais interagimos? Podemos esperar transparência da parte dos outros?
Tomando a identidade como um conceito, verifica-se que este diz respeito tanto a uma certa imagem que o indivíduo tem de si, como aquela que o outro faz dele. O processo pelo qual os outros reconhecem as singularidades do indivíduo, os traços físicos, emocionais, intelectuais, grupais e comunitários, é a construção da identidade individual. Consequentemente, podemos definir identidade como um processo de apresentação e atribuição de qualidades a um sujeito, segundo a sua cultura, atitudes, aparência e valores.
Com a Internet os processos de construção identitária vêm ganhando uma nova forma. A rede possibilita a um número maior de pessoas a oportunidade de se relatar, garante maior liberdade de se mostrar ou de construir a própria identidade.
"Pede-lhe para acreditar que o personagem que vêem no momento possui os atributos que aparenta possuir, que o papel que representa terá as consequências implicitamente pretendidas por ele e que, de um modo geral, as coisas são o que parecem ser." (Goffman, 2003:25)
A identidade virtual é determinada por cada um, de acordo com a forma como utiliza a rede e a tecnologia. Só somos transparentes se a nossa identidade for genuína, autêntica… Caso contrário, seremos o que desejarmos ser de acordo com os diferentes contextos virtuais em que nos inserirmos; diferentes contextos, diferentes identidades… Os homens constroem os seus fenómenos, participam activamente da construção identitária no mundo físico; consequentemente, é natural que construam identidades virtuais que sejam o reflexo do que são, ou do que ambicionam ser na vida real.
Lévy desmistifica uma falsa oposição entre o real e o virtual. Virtual, deve ser considerado como algo que existe em potência; "complexo problemático, o nó de tendências ou de forças que acompanha uma situação, um acontecimento, um objecto ou uma entidade qualquer, e que chama um processo de resolução, a actualização.". (Lévy, 1996: 16)
A Internet é um infinito repositório de conhecimento que todos consultamos com o objectivo de alcançar determinado fim. Existem múltiplos conteúdos abertos, múltiplas informações, uma produção incomensurável de informação impossível de controlar, de validar… Quer Lévy, quer Castells defendem a auto-regulação da rede; esta validação de conteúdos não se executa apenas porque a fonte autoral se encontra explicitada, nem sequer porque existe algum tipo de entidade reguladora que garanta a fiabilidade de conteúdos - sabemos que tal é praticamente impossível…
Em primeiro lugar quem deve autenticar os conteúdos abertos, deve ser quem os produz, garantindo, através do seu trabalho e de provas dadas de rigor, que merece a credibilidade de quem consulta a sua obra. Em segundo lugar, quem valida a produção de conteúdos é a comunidade de utilizadores que confere valor, através da sua consulta e da exploração desses recursos, e autenticidade à obra disponibilizada. Os melhores recursos abertos são frequentemente citados ou mostrados como exemplos, ou ainda explorados para serem ampliados ou transformados em novos conteúdos; tal facto valida, certifica, confere autenticidade.
Ao longo desta reflexão considerou-se muitas vezes a importância da existência de recursos abertos que possam ser consultados no sentido de produzir e ampliar a informação. Mas será que esta exposição livre de informação não potencia a fraude intelectual, o plágio? Claro que sim… No entanto o plágio sempre existiu… Tal não significa que não existam regras e leis que defendem a propriedade intelectual e que a utilização da Internet até simplifique a identificação do plagiador; as ferramentas de busca são cada vez mais eficazes para a detecção de fraudes.
Cabe a todos nós desenvolvermos uma atitude cívica, responsável, face aos direitos autorais e assumirmos determinadas regras de conduta que determinem a boa fé aquando a utilização dos conteúdos de outrem.
A Internet é um local seguro para a recolha de informações? A resposta a esta questão depende da abordagem que quisermos fazer desta problemática; se por um lado, todos gostaríamos de ter uma entidade reguladora de todas as publicações que diariamente surgem no ciberespaço, o que é literalmente impraticável, por outro lado, temos de pensar que o ser humano não é de todo imparcial e honesto e tal controlo poderia sugerir a colocação em causa da liberdade de expressão e acesso à informação por algumas atitudes mais fundamentalistas. O controlo da informação passa muito pelos utilizadores da mesma, na medida em que se tornam responsáveis pela validação que fazem dos conteúdos que visitam. É nesta cultura de selecção da informação que devemos apostar e que devemos investir… É muito importante inculcar na mentalidade dos utilizadores da Internet a necessidade da criação de códigos de ética que permitam uma consulta responsável dos conteúdos disponibilizados na rede. A segurança da rede depende muito de cada um de nós… Quando procuramos o perigo ele manifesta-se… Quando o evitamos e nos protegemos assumindo uma postura cautelosa e responsável, o perigo não será tão evidente…


Referências bibliográficas
  • Lévy, P. O Que é o Virtual. São Paulo, Editora 34, 1996.
  • Goffman, E. A representação do eu na vida cotidiana. Vozes, 2003.

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